Dúvidas frequentes das gestantes - Obstetra Curitiba - Dr. Claudinei Londero CRM-PR 13135

Nosso canal no You Tube possui vários videos explicativos sobre o processo gestacional trimestre a trimestre, sobre queixas relacionadas a gestação e ao período puerperal, sobre contracepção, sobre nutrição e sobre dicas educacionais. Vale a pena dar uma conferida, pois alguns dos vídeos tem mais de 100.000 visualizações. Assine nosso canal. Procure por CLAUDINEI LONDERO.

Abaixo o link para cada um deles:

QUANDO INICIAR?


A partir dos 6 meses, quando o bebê, dentro do seu desenvolvimento, está pronto para receber alimentos! Antes dos 6 meses não se recomenda a introdução de alimentos! O leite materno continua sendo o principal alimento para a criança até 1 ano, mas precisa ser complementado para suprir as necessidades nutricionais do bebê. A recomendação é amamentar até 2 anos ou mais!
ÁGUA deve ser ofertada a partir dos 6 meses também.
Sucos, mesmo que naturais, são recomendados só a partir de 1 ano de idade.
Fique tranquila com relação à quantidade ingerida! O organismo do bebê regula muito bem a fome e saciedade. Não force a criança a comer! Isso pode
transformar o momento da refeição em estresse, choro e frustração. Apenas oferte novamente em outros dias aqueles alimentos que a criança não
gostou em uma primeira tentativa. Muitas vezes é necessário provar um alimento de 8 a 10 vezes para que o paladar aceite o sabor.


O QUE DEVO OFERTAR?

 

  • Aos 6 meses: 3 refeições (Ex: 2 lanches e uma refeição principal)
  • Aos 7 meses: 4 refeições (Ex: 2 lanches e duas refeições principais)
  • A partir dos 8 meses: evolução gradativa para a comida da família.
  • LEMBRE-SE: a comida da família também deve ser saudável! Evite temperos prontos. Prefira sempre temperos naturais (alho, cebola e ervas aromáticas). Esse é um ótimo momento para mudar os hábitos alimentares da família toda!
  • Dê o exemplo de alimentação saudável para o bebê!


COMO OFERECER?


Cozinhe os alimentos e amasse com o garfo. NÃO bata no liquidificador e nem passe pela peneira. Os alimentos devem ser ofertados em um pratinho só para a criança de forma separada para que ela comece a descobrir os diferentes sabores, aromas e texturas dos mais diversos alimentos. Essa é uma fase de muitas descobertas! Respeite o bebê e permita que ele desenvolva uma boa relação com a comida e autonomia para se alimentar!


LANCHES:

  • Frutas. Qualquer uma! O importante é higienizar bem e variar diariamente!


REFEIÇÃO PRINCIPAL:

Compor a refeição da criança com um alimento de cada grupo.

  • Cereais/raízes/tubérculos: arroz, macarrão, mandioca, batata, polenta, batata salsa...
  • Legumes/verduras: abóbora, abobrinha, couve, cenoura, berinjela, espinafre, brócolis...
  • Feijões: feijão, grão de bico, lentilha, ervilha...
  • Carnes/ovo: frango, carne de gado, peixe, ovo...


O QUE NÃO OFERECER AO BEBÊ?


Alimentos que atrapalham na formação de hábitos alimentares saudáveis:

  • Açúcar; doces em geral (bala, pirulito, chocolate, bolacha); café; refrigerante; salgadinhos; frituras; macarrão instantâneo; alimentos enlatados; carnes embutidas (hambúrguer, salsicha, presunto); suco de caixinha.

Alguns alimentos precisam esperar uma maior maturidade da criança:

  • Leite de vaca e derivados: após 1 ano de idade
  • Mel: após 1 ano de idade.

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável para crianças brasileiras menores de dois anos. Brasília, 2014.


Milena Schardong
Nutricionista CRN8/12407 - Telefone consultório (41) 3089 4800

Quais são os benefícios?

  • Contribui para a saúde do bebê ao longo da vida, prevenindo doenças futuras;
  • Contribui para o desenvolvimento fetal adequado;
  • Diminui o risco de complicações;
  • Previne carências nutricionais;
  • Favorece o ganho de peso adequado;
  • Previne doenças gestacionais;
  • Auxilia no controle de sintomas comuns nessa fase, como náuseas, azia e constipação.
  • No 1º trimestre NÃO é necessário aumentar a ingestão alimentar. O desenvolvimento do bebê vai depender das suas reservas pré-gestacionais.
  • No 2º e 3º trimestres você vai precisar comer um pouco mais, pois seu bebê está crescendo! Portanto, não precisa exagerar, mas também não se prive de alimentos. Os extremos são prejudiciais! O ganho de peso é importante, necessário e esperado nesse período.


Dicas para manter uma boa alimentação:

 

  1. Faça a base da sua alimentação com alimentos in natura: aqueles provenientes da natureza, sem adição de corantes, conservantes, e aditivos químicos. Exemplos: frutas, verduras, legumes, cereais, leguminosas, carnes, peixes. Uma alimentação colorida é uma alimentação variada, rica em nutrientes. Varie diariamente os alimentos.
  2. Não fique muito tempo sem se alimentar. Faça de 5 a 6 refeições ao dia. Isso ajuda aliviar as náuseas e a azia.
  3. Consuma diariamente alimentos ricos em cálcio, vitamina A, ferro e vitamina D: CÁLCIO: leite e derivados, vegetais verdes escuros; VITAMINA A: ovo, leite, carnes, frutas e vegetais alaranjados e amarelos; FERRO: carnes, leguminosas, vegetais verdes escuros; VITAMINA D: peixes gordurosos, manteiga, ovo e exponha a pele ao sol pelo menos 15 minutos por dia.
  4. Higienize muito bem os alimentos e as mãos antes de comer.
  5. Mantenha seu corpo sempre hidratado (pelo menos 2 litros de água por dia).
  6. Escolha alimentos ricos em fibras (frutas, grãos integrais...). Junto com a água, as fibras são fundamentais para o bom funcionamento do intestino.


O que devo evitar?

 

  1. Evite o excesso de bebidas estimulantes ricas em cafeína (café, refrigerante, chá mate, chá verde, chimarrão). É tolerável o consumo de no máximo DUAS xícaras de 200mL de café por dia, equivalente a 300mg de cafeína.
  2. Evite os alimentos ultraprocessados: refrigerantes, guloseimas, bolachas, sorvete, salgadinhos, carnes embutidas. O consumo desses alimentos pode provocar ganho de peso excessivo e prejudicar a sua saúde e a do bebê! São tolerados, é óbvio, alguns deslises ao longo da gestação.
  3. Evite o adoçante artificial sacarina – não é seguro para gestantes;
  4. Evite alimentos crus (carne, peixe, ovos, saladas cruas de procedência desconhecida, ostras...). Esses alimentos possuem um risco aumentado de contaminação;
  5. Não ingira bebida alcoólica nem faça uso de cigarro.

 

Milena Schardong
Nutricionista CRN8-12407 - Telefone (41) 3089 4800

 

AUTAN LOÇÃO - Repetir aplicação a cada 3 a 4 horas.

OFF! - Repetir a aplicação a cada 4 horas.

EXPOSIS EXTREME - GEL e SPRAY GATILHO - Repetir aplicação a cada 10 horas ou a cada 5 horas se a temperatura estiver acima de 30 graus (sudorese excessiva). 

REPELEX ACTIVE AÇÃO PROLONGADA - Repetir a aplicação a cada 4 horas.

REPELEX FAMILY CARE LOCÃO E SPRAY - Repetir a aplicação a cada 3 horas.

Ao longo do período gestacional o corpo da mulher sofre várias mudanças. Dentre as queixas mais comuns estão as dores abdominais decorrentes do próprio crescimento do útero materno, inchaço, queda ou elevação da pressão arterial, câimbras, varizes e outras. Há, ainda, a possibilidade de a gestante desenvolver doenças ginecológicas como candidíase, tricomoníase e vaginose bacteriana.

Normalmente essas doenças aparecem devido à mudança da flora vaginal causada por hábitos adotados durante o verão. O uso de peças íntimas úmidas ou roupas com tecidos sintéticos, por exemplo, proporciona o aumento da umidade e temperatura da região genital criando, assim, condições favoráveis para a proliferação de fungos, protozoários e bactérias locais. Esses hábitos também podem tornar os corrimentos mais frequentes.

Candidíase: responsável por coceiras e ardências vaginais, dor ao urinar e corrimento branco grumoso. O tratamento se faz mediante uso de cremes ginecológicos e o desaparecimento total dos sintomas pode levar até quinze dias. Normalmente, durante a gestação, são contraindicados medicamentos via oral para o tratamento desse fungo.

Tricomoníase: é uma infecção causada pelo Trichomonas vaginalis que pode se hospedar no colo uterino, na vagina ou na uretra. Sua principal forma de transmissão é a relação sexual. Apesar de transmitida sexualmente, no verão, como a flora vaginal está em constantes mudanças, há um favorecimento ao surgimento da doença. Seus sintomas são: corrimento amarelado, coceira genital, dor pélvica e ardência ao urinar. Caso a doença são seja corretamente tratada, a gestante corre o risco de sofrer ruptura prematura da bolsa amniótioca e trabalho de parto prematuro.

Vaginose bacteriana: é provocada pela Gardnerella vaginalis e seu principal sintoma é corrimento amarelo ou branco-acinzentado, com odor forte e coceira. A sua causa pode estar relacionada à alteração na flora vaginal e higiene íntima inadequada durante a gestação. Via de regra, o tratamento é medicamentoso ou por meio de aplicação de creme vaginal, levando em conta o estágio da gravidez.

Diante do aparecimento de quaisquer sintomas relacionados, comunique seu obstetra para receber diagnóstico e tratamento adequados.

 

Como esse é um assunto mais extenso, apesar de uma dúvida frenquente, as explicações estão na aba ARTIGOS.

Há um temor muito grande por parte dos casais que alguma situação emergencial aconteça ao longo da gravidez e que isso possa passar despercebido ou que não seja tomada a conduta adequada para se resolver o problema. No sentido de atuarmos sempre preventivamente, existem as consultas e exames (quer laboratoriais, quer ecográficos ou outros) que são marcadas a intervalos e em períodos gestacionais específicos para que haja uma avaliação detalhada de como evolui a gravidez. Essas avaliações permitem que o médico obstetra anteveja situações criticas e antecipe suas condutas para evitar danos à mãe, ao bebê ou ambos.

Existem, no entanto, situações que são imprevisíveis e que devem levar a gestante a uma consulta de emergência no hospital de referência fornecido pelo médico obstetra. Elencamos as principais:

  1. Sangramento abundante: é um sinal que deve ser valorizado e, nessas situações, deve ser imediata a busca a um serviço de emergência para uma correta avaliação da situação. Na fase inicial da gestação (até a 12ª semana) pode haver algum sangramento ou até mesmo a presença de “borra” sem que isso represente risco para a gravidez. Mas após o primeiro trimestre e principalmente se o sangramento for vivo e abundante, vá a um serviço de emergência imediatamente para uma avaliação. Se a gestação estiver próximo do termo e o sangramento for associado a contrações fortes, mais urgente ainda se torna a busca pelo hospital de referência.
  2. Perda de líquido via vaginal em grande quantidade: é um sinal de que, provavelmente, houve a ruptura da bolsa amniótica. Como não há como se ter certeza sem que ocorra o exame médico da paciente, nessas situações também é prudente ir até um serviço de emergência. Ressaltamos que são comuns pequenas perdas líquidas a partir da metade da gestação e que representam simplesmente secreção vaginal acumulada ou, em alguns casos, perda urinária. A ruptura verdadeira da bolsa amniótica, além do volume ser normalmente grande e persistente, via de regra se associa ao surgimento de cólicas e contrações uterinas.
  3. Diminuição significativa ou até parada na movimentação fetal:  o médico obstetra sabe quem são os bebes que estão em situação de risco e orienta a paciente para esses cuidados. É importante, principalmente após a 30ª semana de gestação, que o bebe mantenha o seu padrão de movimentação (pelo menos 4 bons episódios de movimentos ao longo do dia). Se houver  mudança muito significativa para menos ou parada na movimentação fetal é sempre importante uma avaliação médica. Já o excesso de movimentação fetal não deve preocupar.
  4. Contrações uterinas ritmadas: é bastante comum que, ao longo da gravidez, ocorram algumas contrações uterinas. Essas contrações são esporádicas e normalmente não levam a dilatação do colo uterino e ao nascimento do bebê. Já contrações rítmicas (que apresentam intervalos regulares – a cada 10 minutos ou menos) rotineiramente estão associadas ao trabalho de parto e devem ser avaliadas para serem inibidas (se a gestação ainda não estiver concluída) ou controladas para o devido acompanhamento do nascimento do bebê.

Além dessas situações elencadas anteriormente, não há nenhuma outra que exija assistência imediata. De qualquer forma, os hospitais mantêm equipes de plantão 24 horas para atender eventualidades que possam surgir.

Rotineiramente, ao avaliar uma paciente que busca o serviço de emergência, o médico de plantão entra em contato com o médico que esta acompanhando a paciente para dirimir eventuais dúvidas e para, em conjunto, orientar a pacientes sobre as condutas e tratamentos que serão repassados a mesma.

 

A vacina para gripe é altamente recomendada para todas as pacientes e em qualquer idade gestacional. Normalmente ela faz parte de campanha anual junto a rede pública de saúde e também pode ser aplicada em clínicas particulares de vacinação. Ressaltamos que não há nenhuma diferença entre a vacina aplicada na rede pública e a adquirida em uma clínica de vacinação particular.

Todos os anos a campanha nas unidades de saúde se inicia em abril e termina final de maio. Normalmente é disponibilizada na rede pública a vacina TRIVALENTE. Já nas clínicas privadas estão disponíveis a TRIVALENTE (idêntica a do setor público) e a TETRAVALENTE ou QUADRIVALENTE que apresenta perfil de imunização para algumas cepas virais a mais que a TRIVALENTE. Em relação a proteção contra o H1N1 ambas são idênticas.

Podem ocorrer, após a aplicação da vacina, pequena dor local que poderá ser amenizada com compressas frias nas primeiras 24 horas e com compressas quentes após esse período e também sintomas gerais que se assemelham a um quadro gripal, com dores pelo corpo, coriza e discreta elevação da temperatura corporal. Nessa situação é recomendado o uso de Paracetamol 750 mg de 6/6 horas, repouso, mater boa alimentação e hidratação. Normalmente são quadros leves e limitados a poucos dias.

Destacamos que a imunidade conferida pela vacina também passa para o feto, principalmente se a mãe conseguir amamentar, garantindo que nos primeiros meses de vida da criança ocorra uma menor incidência de quadros virais.

No seguinte link há uma atualização muito boa a respeito da utilização da vacina na gestação (em inglês):http://www.acog.org/Resources-And-Publications/Committee-Opinions/Committee-on-Obstetric-Practice/Influenza-Vaccination-During-Pregnancy?utm_source=todaysheadlines&utm_medium=email&utm_campaign=CO_flu_vaccine

Em agosto de 2011 a classe obstétrica curitibana passou a praticar Taxa de Disponibilidade com base em deliberações da Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná (SOGIPA). É importante ficar bem esclarecido que os médicos obstetras que atendem por convênios ficaram, a partir desse momento, liberados para acordar com suas pacientes gestantes honorários de disponibilidade para atendimento quando ocorrerem internações relacionadas às gestações (partos, curetagens, cirurgias obstétricas, cirúrgias por gravidez ectópica e internamentos clínicos), a exemplo do que já era realidade em outros estados (Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo).

Esta orientação decorreu de pareceres emitidos pelo Conselho Regional de Medicina do Paraná e da Associação Médica do Paraná, com o objetivo de corrigir graves falhas na valorização do serviço médico obstétrico e dignificar essa especialidade de alta responsabilidade (atuante sobre duas vidas), cuja prática se tornou inviável com os atuais padrões de remuneração oferecidos pelos Planos de Saúde.

Ressaltamos que não há previsão contratual do médico obstetra e o respectivo convênio que a paciente possuí que vincule a obrigatoriedade entre a realização do pré-natal no consultório e o atendimento hospitalar por ocasião de internamentos, que ficam na dependência de acordo prévio entre a gestante e seu médico.

Os hospitais e maternidades mantêm equipes continuas de plantonista compostos de médicos obstetra, anestesista e pediatra para a assistência às gestantes que optarem por atendimento que não seja com o seu médico pré-natalista. Àquelas que desejarem a presença do seu médico no momento da internação devem, previamente, combinar com o mesmo o custo envolvido para essa disponibilidade. Desta maneira confere-se segurança na assistência obstétrica no momento do internamento de acordo com a opção e conveniência de cada gestante.

O fato da paciente ter combinado com o seu médico os honorários de disponibilidade não muda a rotina hospitalar. O internamento poderá ser normalmente feito através do respectivo convênio da paciente. Por outro lado é importante que fique claro que os honorários de disponibilidade não são passíveis de ressarcimento junto aos Planos de Saúde já que não são valores específicos de atendimento ao parto, mas sim de disponibilidade para o atendimento à gestação no que se refere aos internamentos e toda e qualquer intercorrência que possa surgir ao logo da gestação, tendo a paciente a possibilidade de, a qualquer momento que ocorrer uma emergência, recorrer a seu médico obstetra de confiança (quer pessoalmente, quer via telefônica ou por e-mail). Isso desde que a gestante não deseje a assistência das equipes de plantão.

Em nosso consultório, logo na primeira consulta de pré-natal, as gestantes são amplamente esclarecidas acerca da possibilidade de receber atendimento assistencial ao parto/cesária pelo seu médico pré-natalista ou pelo plantão obstétrico dos hospitais e maternidades conveniados, oportunizando assim o esclarecimento de dúvidas em caráter individual de cada paciente, de modo a estarem seguras e tranquilas durante o seu pré-natal até o atendimento final na internação.

Também há a segurança por parte da paciente que, caso ocorra algum fator impeditivo por parte do médico obstetra em realizar o atendimento previamente combinado, todo e qualquer valor já repassado será devolvido.

O termo Trombofilias engloba um grande número de doenças e alterações laboratoriais que estão relacionadas com perdas gestacionais repetitivas (abortamento habitual), com crescimento fetal abaixo do esperado (retardo de crescimento intra-útero) e com algumas complicações na evolução da gestação como, por exemplo, a pressão alta relacionada exclusivamente à gravidez (pré-eclâmpsia). Dentro desse grupo de doenças estão o Lúpus Eritematoso Sistêmico, a Artrite Reumatóide, uma série de doenças imunológicas e do tecido conjuntivo e também algumas alterações laboratoriais que não obrigatoriamente desenvolvem algum problema clínico, como a Mutação no Gene da Protrombina, Mutação nos genes da Metilenotetrahidrofolatoredutase (MTHFR) e Mutação no gene do Fator V de Leiden.

Do ponto de vista prático, todas essas alterações levam a mudanças no sistema de coagulação do organismo, predispondo a paciente a um risco maior de trombose durante a gravidez, com aumento na incidência de abortos repetitivos, maior chance de crescimento fetal inadequado e maior incidência de pré-eclampsia e de outras complicações vasculares.

Na literatura médica, ainda são doenças e alterações (algumas) pouco conhecidas e com muitas dúvidas e controvérsias sobre sua real incidência e importância e sobre as condutas a serem tomadas. Durante a gestação há certo consenso que a anticoagulação precoce com Heparina ou, preferentemente, com Heparina de Baixo Peso Molecular, melhora em muito o resultado da gravidez. Há descrição na literatura de que algumas pacientes necessitam de anticoagulação com baixas doses já no período ovulatório para prevenção de abortos precoces.

Também há bastante controvérsia em relação ao período que se deve interromper a medicação. Seguimos no consultório a orientação de publicações médicas internacionais e temos observado ao longo dos anos que, mesmo após a interrupção da medicação, o crescimento fetal, o volume de líquido amniótico, a maturidade placentária e a circulação útero-placentária e fetal se mantêm normais. A literatura médica também preconiza que no pós parto imediato essas paciente sejam novamente anticoaguladas  para prevenção de trombose venosa e tromboembolismo pulmonar.

Para as pacientes com trombofilia, a longo prazo, há limitação no uso de contraceptivos hormonais combinados e necessidade de anticoagulação em caso de viagem aérea longa (mais que 8 horas de voo) e em situações de imobilização prolongada (grandes cirurgias e traumatismos extensos).

Na segunda metade da gestação, minha equipe fornece às gestantes referências de bons pediatras na cidade. Embora isso seja ressaltado no momento oportuno, reforço que a visita dos pais ao pediatra deve acontecer antes do nascimento do bebê. É muito importante definir, desde logo, o profissional que cuidará da saúde da sua criança.

Nossa cidade possui um número expressivo de ótimos pediatras e no primeiro contato com o profissional sugiro que os pais sejam criteriosos e observem a pontualidade no atendimento, se o consultório oferece estacionamento próximo (lembrem-se, vocês estarão com uma criança a tira colo), se o profissional fornece ou não o número do telefone celular (alguns pediatras preferem que situações de emergência sejam resolvidas não por telefone, mas com um adequado exame da criança ou no consultório ou em um serviço de emergência). Se possível, converse com outros pais na sala de espera sobre o profissional.

Embora os hospitais disponham de pediatras para acompanhar o nascimento do bebê, alguns pediatras fazem questão de estarem presentes na sala do parto. Nesse caso, indague se haverá algum custo quanto a esse deslocamento e às visitas subsequentes (enquanto mãe e bebê permanecem hospitalizados).

Se os pais assim desejarem, podem combinar que o atendimento seja realizado por esse profissional escolhido. Também não vejo absolutamente nenhuma restrição quanto à opção de atendimento pediátrico oferecido pelo hospital (e custeado pelos convênios). Os pediatras dos hospitais atendem em regime de plantão e são todos profissionais com larga experiência em UTI Neonatal.

Não raro a paciente gestante se vê envolta no dilema sobre como ganhar seu bebê: parto normal ou cesariana. E, nessa ânsia de saber qual a melhor opção, ouve mães, amigas e parentes. Traz para o consultório relatos, nem sempre fidedignos, sobre experiências positivas ou negativas de outras pessoas. Na verdade, a paciente se esquece que não há melhor opção entre o parto normal ou a cesariana.

Os fatores preponderantes que irão definir a forma ideal de ganhar o bebê são as próprias particularidades de cada gestante e de cada gestação e essas particularidades serão percebidas e devidamente avaliadas ao longo do pré-natal e não na primeira consulta.

Por exemplo, se o bebê está “sentado” (pélvico) ao final da gestação, descarta-se de imediato a possibilidade de ocorrer parto normal. Um quadro de pré-eclâmpsia (hipertensão gestacional), um bebe desproporcionalmente grande ou o fato dele não ter se encaixado na pelve da mãe, igualmente, tornam a cesariana a melhor opção para essas situações específicas.

Se para uma amiga, a experiência de um parto normal foi maravilhosa não implica, necessariamente que essa será a melhor opção para você ou para seu bebê. Muitas vezes, a própria psiquê da paciente é contra indicativa do parto natural.

Portanto, reforço a necessidade de se estabelecer um elo de confiança no profissional de saúde que conduz o pré-natal para que essa decisão seja tomada de forma técnica, sem envolver modismos ou radicalismos.

Ao longo da minha experiência profissional, vejo mães muitíssimo preocupadas com a gestação, com a saúde do bebê, cheias de dúvidas e inseguranças sobre como e o que fazer para que ele nasça totalmente saudável e tenha um bom início de vida. No entanto, um aspecto para o qual sempre estou atento é o quanto essas preocupações podem ser excessivas e, com isso, tornar-se um problema, gerando stress.

Tenho observado, também, que muitas informações, facilmente disponíveis no mais variados meios de comunicação geram ansiedade. Por causa disso, as mães, via de regra, recebem informações contraditórias relacionadas à gravidez, parto e cuidados com o bebê. Algumas chegam a ficar confusas, inclusive, sobre a forma de proceder. Exemplo disso são as opiniões diversas sobre qual a melhor forma de ter o bebê: parto normal ou cesária. Ou ainda, se há necessidade de preparar o seio para a amamentação.

Sabe-se que o stress e a ansiedade fazem com que a glândula suprarrenal libere na corrente sanguínea quantidades elevadas de hormônios, como adrenalina e cortisol. Estudos indicam que o aumento desses hormônios pode provocar queda das funções orgânicas, como baixa da resistência imunológica, deixando o organismo mais vulnerável a doenças. Problemas cardíacos, diabetes e lesões na pele também decorrem do stress e ansiedade acometendo não só a mãe, mas também o bebê.

É importante levar em conta que as dificuldades, bem como os imprevistos que fazem parte da vida adulta, talvez tenham um peso maior no equilíbrio emocional da gestante. Todavia, nesses casos, o importante é manter a calma e confiar nos cuidados médicos que está recebendo no pré-natal. O apoio familiar é fundamental para a mulher nesse momento, pois contribui significativamente para tornar seu dia a dia mais seguro e tranquilo.

Sobre os primeiros cuidados com o bebê, recomendamos que as mamães e papais de “primeira viagem” frequentem os cursos de gestante oferecidos pelos hospitais/maternidades, oportunidade em que são transmitidas informações de grande valia nos primeiros dias de vida de seus filhos. Confiar, de igual forma, nas orientações prescritas pelo pediatra é de suma importância. Por isso, eu e minha equipe reforçamos a importância de eleger um pediatra de confiança, antes mesmo do nascimento do bebê, para que os pais possam receber informações essenciais sobre os cuidados primeiros com o bebê em casa.

Tanto no inicio como no final da gravidez, o útero invade parte do espaço destinado à bexiga, diminuindo sua capacidade de armazenamento de urina. Resultado: idas mais frequentes ao banheiro. Ações hormonais também podem tanto reduzir a capacidade funcional da bexiga como levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando perdas urinárias involuntárias. Em geral, é um problema que costuma desaparecer após o parto. Um dica para prevenir esses desconfortos é fisioterapia, que fortalece os músculos pélvicos.

Dependendo do tipo de parto e da qualidade de sua assistência, poderão haver danos permanentes às estruturas pélvicas, levando a uma incontinência urinária permanente e que necessitará de correção. Estatísticas recentes comprovam que nos Estados Unidos 1/3 da população feminina que fez parto normal sofre de algum grau de incontinência urinária ou de prolapso (queda) do útero. Por essa e outras razões é que temos adotado a cesariana com via preferencial de nascimento.

Os inchaços nas pernas e nos pés decorrem da compressão dos vasos sanguíneos pelo crescimento do útero que congestiona o retorno da circulação dos membros inferiores para o coração, levando a uma dilatação do sistema vascular periférico, isso faz com que as pernas e pés extravasem líquido para a camada subcutânea, provocando os inchaços.

No final da gravidez, esse processo atinge seu auge. Para diminuir os edemas, é importante caminhar, ativando a panturrilha e garantido o bombeamento do sangue. O controle de peso é igualmente recomendável, assim como o uso de meias elásticas (sob prescrição médica) que estimulam a circulação. Drenagens linfáticas também são permitidas.

Após o nascimento do bebe normalmente o edema passa a ser mais importante ainda (mais que durante a gestação). Em torno de 10 a 15 dias após o nascimento isso ira desaparecer. Porem as alterações circulatórias como um todo (varizes) poderão levar até 6 meses para voltar totalmente ao normal. Normalmente não se recomenda nenhuma cirurgia antes desse período.

A obstipação é muito comum durante a gestação. A descarga hormonal deixa o intestino mais preguiçoso em razão do relaxamento muscular, desfavorecendo os movimentos peristálticos. O crescimento do útero também pode reduzir a velocidade do fluxo de alimentos pelo intestino. O resultado é que as fezes demoram mais até chegarem ao seu destino e acabam se ressecando, o que caracteriza a prisão de ventre.

O segredo para evitá-la é ingerir bastante líquido e alimentos ricos em fibras. O exercício físico também é altamente recomendável. Em situações mais críticas damos início à prescrição de medicamentos laxativos. Procure desde o inicio da gestação adequar sua alimentação para que o problema seja minimizado.

Em pacientes que já são cronicamente obstipadas há uma tendência que isso piore significativamente ao longo da gestação e recomendamos enfaticamente que procure melhorar a alimentação para minimizar o surgimento de hemorroidas. Caso, mesmo com os cuidados alimentares, surgirem hemorroidas e sangramentos intestinais, as seguintes medidas deverão ser adotadas:

  • Evite o uso de papel higiênico nesses casos. Após evacuar, lave com água morna e seque com uma toalha de algodão;
  • Faça banho de assento com água morna em torno de 4 vezes ao dia;

  • Se estiver com dor, use Paracetamol 750 mg de 6/6 horas;

  • Procure a assistência de um COLOPROCTOLOGISTA para uma avaliação mais detalhada;

  • Outros medicamentos poderão ser necessários para minimizar o desconforto.

A azia tem como justificativa o crescimento do volume do útero, comprimindo o estômago e elevando o músculo do diafragma, diminuindo a capacidade de reserva do estômago. Paralelamente a isso, as alteração hormonais da gravidez causam o relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago (cárdia). O resultado é o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago, a conhecida azia.

Para evitar essa queimação, a principal dica é comer menos e com mais frequência, o que significa pelo menos seis vezes ao dia. Recomenda-se, também, mastigar bem os alimentos e evitar consumir líquidos durante as refeições. Fuja das frituras e dos doces, dê preferência aos alimentos integrais e frescos. Se o refluxo noturno for intenso, providencie um apoio para permanecer com o corpo reclinado com a cabeça levemente suspensa durante o sono. Em algumas situações pode ser necessária a utilização de algumas medicações para contornar esses sintomas.

Com a evolução da gestação, torna-se cada vez mais difícil encontrar uma posição confortável na hora do repouso. A primeira dica é dormir sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama, preferencialmente virada para o lado esquerdo (mas também pode ser o direito), o que facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta além de permitir um retorno venoso adequado. Apoiar um travesseiro nas costas também ajuda a minimizar o incômodo.

Além das mudanças físicas impostas e que dificultam o sono, em muitas pacientes a proximidade com o nascimento gera um estresse emocional que pode também dificultá-lo. Nessa situação é sempre importante ressaltar que nos dias atuais a assistência ao pré-natal é altamente especializada e, por isso, deve ser tranquilizadora à paciente. O medo relacionado com o nascimento do bebe é totalmente infundado, pois os riscos inerentes ao processo são mínimos e totalmente contornáveis na grande maioria dos casos. Em raras situações serão indicados medicamentos para corrigir o sono da paciente.

Durante a gestação as dores nas costas são crônicas e inevitáveis e à medida que o momento do parto se aproxima essas dores se intensificam. Na verdade, isso se deve ao fato de que o bebê começa a se encaixar na arcada estrutural da região pélvica, forçando uma abertura na ligação entre os ossos.

A única forma de amenizar esse desconforto é preparar o corpo para essa situação dando a ele mais flexibilidade, ou seja, fisioterapia e atividades como hidroginástica, yoga e mesmo pilates têm mostrado excelentes resultados.

Naturalmente, essas atividades devem ser desenvolvidas com o aval do médico e com supervisão de profissionais habilitados.

Além do preparo adequado do corpo para melhor enfrentar essas mudanças fisiológicas, no momento em que surgirem as desconfortos, serão úteis para amenizá-los o uso de compressas quentes locais, massagens relaxantes e, eventualmente, o uso de um analgésico como o Paracetamol 750 mg de 6/6 horas.

Em algumas pacientes pode surgir sintomas mais importantes (lombociatalgias) que exigiram medicações mais eficientes para o controle da dor além a indicação de fisioterapia apropriada. Isso deverá ser relatado ao médico na consulta.

O surgimento de ardência urinária (disúria) associada a constante necessidade de urinar (poliúria) e/ou sangue na urina (hematúria) normalmente configuram uma cistite cujo tratamento consiste na administração de antibióticos. Como a compra dessa medicação só é feita com receituário médico, há necessidade de entrar em contato com o consultório ou com o plantão hospitalar para referir os sintomas e obter a referida receita.

Não é incomum na gestação pequenos desconfortos urinários e, em algumas fases da gestação – pela pressão do útero ou do próprio bebe, que haja uma necessidade mais frequente de urinar, sem que isso repressente uma infecção.

O aparecimento de sintomas de cistite associado a febre alta (maior que 38 graus) e a dor na região lombar (rins) normalmente é preocupante. Nesses casos há necessidade urgente de ir até o hospital para uma avaliação pelo médico obstetra de plantão.

Também é uma queixa bastante frequente durante a gestação. O importante é deixar bem claro que a paciente que já tinha crise de enxaqueca antes de engravidar, provavelmente continuará tendo ao longo da gestação.

Quando ela não existia anteriormente e inicia com a gestação, há uma recomendação para que seja consultado um NEUROLOGISTA para uma investigação mais profunda.

As medicações anti-enxaquecosas são contra-indicadas durante o período gestacional. Estão liberadas para esse fim somente o Paracetamol 750 mg de 6/6 horas ou a Dipirona 500 mg de 6/6 horas. Em caso de crise, inicie imediatamente com uma dessas medicações e observe a resposta a elas, comunicando em sua próxima consulta como foi a evolução.

Todas, ABSOLUTAMENTE todas as tinturas de cabelo estão liberadas durante a gestação, mesmo em fases iniciais. Não há NENHUMA EVIDÊNCIA CIENTÍFICA que esses produtos causem algum malefício a gestação.

Também estão liberados tratamentos afins como o uso de HENNA, depilação com cera, uso de pranchas, alisamentos, etc. Alguns cabeleireiros tem a prática de não fazer tintura de cabelo nos primeiros três meses de gestação.

Volto a frisar que isso não tem nenhuma base científica. Descolorantes de pelos, pigmentos para sobrancelhas e bronzeamentos artificiais são igualmente liberados.

Com o desenvolvimento do bebe e consequente aumento do volume uterino é muito frequente o surgimento de pequenos desconfortos abdominais, pélvicos e na região inguinal (virilia).

Procure fazer repouso, compressas quentes e, eventualmente, usar BUSCO DUO – 1 comprimido de 6/6 horas.

Quadros leves (menos de 10 evacuações/dia), sem febre, sem cólicas intensas, sem vômitos associados e  sem sangue ou pus nas fezes:

O quadro provavelmente é de uma intolerância alimentar.
Mantenha bem hidratada – tome 1 copo de soro caseiro (1 litro de água, 1 colher sopa de açúcar e 1 colher café de sal) ou 1 copo de Hidrafix após cada evacuação. Evite Gatorade, água de coco, refrigerante ou leite. Pode tomar chás (todos os comercialmente disponíveis) com pouco açúcar.

Mantenha alimentação leve por alguns dias, evitando frituras, leite e derivados, alimentos condimentados e embutidos (salsicha, presunto, salames, etc), refrigerante, achocolatados e doces em geral.
Compre BIOVICERIM e tome 1 flaconete de 6/6 horas por 5 dias.

Quadros moderados a graves (mais de 10 evacuações/dia), associado a vômitos, febre acima de 38,5 graus, com cólicas intensas e/ou pus e/ou sangue nas fezes:

O quadro é de uma GASTROENTEROCOLITE muito provavelmente INFECCIOSA. Procure imediatamente o hospital de referência para uma consulta com o clínico/obstetra de plantão.

Não há nenhuma diferença na conduta de quadros gripais dentro e fora da gestação. Normalmente é uma infecção alto-limitada, com resolução espontânea em 3 a 6 dias.


O tratamento consiste em melhorar os sintomas. Não há tratamento específico para a gripe. Se estiver com dores pelo corpo, mal estar ou febre de até 38.5 graus, utilize Paracetamol 750 mg – 1 comprimido de 6/6 horas. Se a febre ultrapassar 38,5 graus, há necessidade de procurar um serviço de emergência de OTORRINOLARINGOLOGIA para avaliar se não esta ocorrendo uma complicação da infecção viral (Recomendamos a clínica IPO - Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia - Av. República Argêntina, 2069 - Água Verde - Telefone (41) 3315-1500 - atendimento 24 horas).


Para a congestão nasal pode ser utilizado SORINE INFANTIL ou RINOSSORO quantas vezes forem necessárias.


Manter repouso, hidratação e alimentação adequadas também auxiliam na recuperação.


Se houver necessidade de afastamento do trabalho, solicitar em horário comercial, junto as secretárias o devido atestado.


Quando disponível a vacina contra a gripe é altamente recomendável para todas as gestantes e em qualquer idade  gestacional.

É um motivo muito comum de contato. Durante a gestação, por interferência hormonal, há uma mudança de ph vaginal que faz com que a flora bacteriana local se altere.

Essa alteração leva a um aumento da secreção vaginal. Contanto que não haja odor desagradável, coceira, ardência ou dor durante a relação sexual, isso é considerado fisiológico e não gera preocupação.

Há uma preocupação por parte das pacientes se essa secreção não esta relacionada com perda de líquido amniótico. Ressalto que a ruptura da bolsa amniótica normalmente envolve uma perda líquida ABUNDANTE e CONTÍNUA e facilmente diferenciável desta secreção vaginal.


Obstetra em Curitiba - Dr. Claudinei Londero CRM-PR 13135: